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Delegada diz que homem assassinado tinha passagens pela polícia
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- Quinta, 02 Fevereiro 2012 07:12
A Delegada Fabiane Drews, disse em entrevista na quarta-feira (01/02), que as investigações já foram deflagradas, e que ainda é difícil fazer afirmações sobre os rumos do misterioso assassinato, de Reginaldo Rosa de Souza, 21 anos. “Ao que perece foi um acerto de contas, vamos agilizar as investigações para descobrirmos quem foi o autor” disse.
Diferentemente do que havia informado a polícia militar e membros da família de Reginaldo Rosa de Souza, a Delegada Fabiane Drews, disse que a vítima respondia a dois inquéritos.
“Ele tinha passagens, respondia a dois inquéritos policiais por violência domestica. Vamos intimar essa companheira dele para vermos se ela traz alguma informação relevante. E que ele teria sido participe de um crime de roubo que aconteceu aqui em Jaraguá, a uma distribuidora de bebidas e que os autores dividiram os valores desse roubo na casa dele, por isso ele foi autuado como participe de rouba” disse a delegada em entrevista ao repórter Dudi Bill.
Familiares de Reginaldo Rosa procuraram a Folha de Jaraguá, para afirmarem que a vítima, não tinha passagens pela polícia, que a divulgação desta informação seria um equivoco. “Não aceitamos esta afirmação” disse um representante da família.
Outra afirmação do representante da família de Reginaldo Rosa é de que ele estava com vida quando o Corpo de Bombeiros chegou ao local. A nova informação é diferente do que havia dito um dos irmãos da vítima. “Se houver necessidade vamos depor em favor dos bombeiros” disse o representante.
As afirmações publicadas na Folha de Jaraguá foram extraídas de entrevistas gravadas, após os acontecimentos dos fatos, com a manifestação das partes envolvidas, que buscam esclarecer as circunstâncias deste misterioso assassinato.
CNH falsa.
Ao repórter Dudi Bill a delegada também falou da situação do motorista, Moacir Luiz da Silva (53 anos) preso esta semana por dirigir com uma CNH falsa na GO-427.
A Delegada Fabiana Drews, disse que Moacir Luiz confirmou que adquiriu a carteira em Goiânia, pelo valor de R$ 1.300.00 e reafirmou não se lembrar do nome de quem lhe vendeu. A delegada, disse que a CHN, não chegar a ser uma falsificação grosseira, mas difere da origina, principalmente por não ser papel moeda.
Moacir Luiz da Silva, de acordo com a delegada foi autuação no Artigo 304 do Código Penal Brasileiro, por portar documento falso, a pena para este tipo de crime, pode variar de3 a5 anos de prisão. O crime não é afiançável e, portanto o condutor continuará preso até a manifestação do poder judiciário.
A delegada fez uma alerta, para as pessoas que porta documento falso. Se forem flagrados, as conseqüências são graves, semelhantes as que aconteceram com o motorista Moacir Luiz.

Reportagem: Duidi Bill (Rádio Cidade 910 AM) e Rarilton Damasceno (Redação/Folha de Jaraguá)









